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Os pratos mudam todos os dias e raramente se repetem. A dupla criou um menu de almoço, com pratos do dia, sandes, saladas, quiches e sopa, que seduziu de imediato o bairro. Com uma carta curta, é o produto, quase sempre vindo de pequenos produtores, a ditar os pratos, sem artimanhas. Numa sala animada, luminosa e verdejante, chegam à mesa grandes pratos como o surpreendente “pastrami da Liz”, croquetes de camarão, arroz de pato fumado, porco saloio, cachaço fumado ou bochechas de vaca com couve grelhada. A sala é elegante, o ambiente sofisticado e o serviço atento, com o chef a criar uma ligação genuína aos clientes. Por outro lado, passou a existir um balcão e, na segunda sala, dois lugares à janela.
Na carta, fundem-se as influências de Ljubomir em pratos pouco convencionais. São 11 momentos e uma viagem pela história do Belcanto, uma mistura de delicadeza, consistência e imaginação. A maturação e a fermentação estão no centro da sua cozinha, para extrair o máximo de sabor a cada peça. Este é o seu primeiro espaço em Lisboa – e está pensado para agitar as águas. No final, acabe com um arroz doce, uma baklava, uma mamounia ou uns bolinhos de pistáchio, sobremesas que também se podem levar para casa. O restaurante principal de João Magalhães Correia, o Tricky’s, merece igualmente visita.
Carnes
Japão, Índia, China, Vietname, Coreia ou Tailândia, eis alguns dos países por onde passa a carta do Soão, um pan-asiático que dispensa truques de fusão e trabalha com produto sério e técnica afinada. Se na casa-mãe a ideia é deixar-se estar e descobrir o peixe além do marisco, neste espaço o marisco e os petiscos são as estrelas e está pensado para refeições mais rápidas. Se não quiser escolher, entregue-se nas mãos de quem sabe, Elísio Bernardes, e descubra o peixe à sua medida em nove momentos. Não dispense o croquete, um dos melhores de Lisboa, e o foie gras nas entradas.
Avaliações do Restaurante Tribuna
Conheci também o senhor comendador Manuel Eduardo Vieira, o maior produtor de batata doce do mundo, que nos abre as portas da sua casa sempre que lá vamos. Acabei por fazer amizade com https://tribunasportsbar.pt/ os irmãos Martins, os maiores produtores de leite do estado da Califórnia, e passei a lá ir todos os anos. Eu é que faço a gestão diária destas empresas. É o Marco que faz a gestão destas empresas ou entrou apenas com o capital?
Semana Gastronómica do Bacalhau, em Bragança, regressa de 23 a 30 de março
A única decisão que tem de tomar é se escolhe entre o menu combo, que inclui três a quatro entradas, nove niguiris, dois rolls, sopa miso e sobremesa; ou o menu de niguiris, que é igual ao combo, mas não inclui as entradas. Com mais de 100 lugares, entre a elegante sala, o balcão e uma esplanada interior, o serviço é exemplar. Destaque para os wontons em caldo escuro e vibrante, noodles artesanais, elásticos e firmes, em versões com vaca ou tripas, além de pratos frios como a salada de vaca com pepino e coentros. Abriu praticamente sem sushi, mas os clientes que o conheciam de outras andanças estavam com tantas saudades que o chef reformulou a carta para incluir várias opções de sashimi, temaki, futomaki e oshizushi. A começar pelo mezze, batalhão de entradas servidas nas cozinhas grega, turca e do Médio Oriente. No Rumi, as especialidades das cozinhas palestiniana e turca não se fundem – apenas convivem numa mesma e extensa carta, cheia de opções para partilhar.
A inspiração é sobretudo portuguesa, embora o chef não tenha pruridos em cruzá-la com técnicas e sabores de outras latitudes. Instalado no Bairro dos Actores, o espaço apresenta-se com uma carta curta e dinâmica, vinhos menos previsíveis e um ambiente descontraído. Nas entradas, há amêijoas à Bulhão Pato ou gambinhas ao alho.
- A cozinha é internacional, mas não faltam influências portuguesas, vindas do lado materno da chef, que detém o restaurante com o irmão e a cunhada, Alexis e Agnes.
- Excelente localização, apresntacao impecavel e boas opções gastronomicas.
- O projeto, cujo nome ainda não foi revelado, está neste momento em fase de contratação de talento, tanto para a equipa de sala como de cozinha, num processo de recrutamento gerido pela AHM, sendo esta uma das aberturas gastronómicas mais aguardadas pela região.
- A grelha a carvão, plantada à janela direita de quem entra, é a oficina da melhor parte de uma ementa que vai rodando em dias mais ou menos fixos.
O restaurante deu à cidade de Bragança, um espaço que, de forma ousada, sabe misturar sabores locais com técnicas modernas, fazendo sempre prevalecer o produto e a região. A sua proposta assenta na valorização dos produtos endógenos e na apresentação de pratos que equilibram a tradição da gastronomia transmontana com um toque de modernidade, visando proporcionar uma experiência gastronómica de conforto e qualidade. O projeto, cujo nome ainda não foi revelado, está neste momento em fase de contratação de talento, tanto para a equipa de sala como de cozinha, num processo de recrutamento gerido pela AHM, sendo esta uma das aberturas gastronómicas mais aguardadas pela região. Na sala de jantar ou na cozinha, a dupla dá a provar… A gastronomia brigantina continua a ser particularmente apreciada pelos visitantes espanhóis, que reconhecem a qualidade e autenticidade da cozinha local. Com cozinha aberta e ambiente tranquilo, o serviço é eficaz e tem o seu momento na altura das sobremesas, com o “kinder joy”, um doce com leite condensado, chocolate e avelã que se apresenta numa taça em forma de ovo Kinder.
Esta variedade sugere que o espaço é igualmente adequado tanto para uma refeição completa, como o almoço e jantar, como para um final de tarde mais descontraído a partilhar algumas iguarias. Desde as entradas até à sobremesa degustamos uma refeição maravilhosa! Decoração brutal, carnes de excelente qualidade, sobremesas incríveis e um atendimento e simpatia excepcionais!
Gelados bem servidos, muito saborosos, sem exagerar no açúcar, de qualidade, e com sabores fora do comum. Em algumas situações o espaço livre para circulação entre asvarias mesas dos diversos grupos… A entrada e a sobremesa estavam deliciosas. Cordeiro na brasa, estufado ou em caldeirada, a diversidade de propostas oferece um verdadeiro roteiro de sabores do Nordeste Transmontano. A qualidade das carnes de raças autóctones volta a estar em destaque nesta época de maior afluência turística à cidade. Bragança volta a celebrar a excelência da sua gastronomia local com mais uma edição da Semana Gastronómica do Cordeiro, uma iniciativa promovida pela Associação Comercial, Industrial e Serviços de Bragança (ACISB).
Há bitoque exemplar, alheira com grelos, choco grelhado suculento e pratos do dia consistentes, como o apurado arroz de corvina ou a lagarada de choco. A grelha a carvão, plantada à janela direita de quem entra, é a oficina da melhor parte de uma ementa que vai rodando em dias mais ou menos fixos. Entre as opções há tomate, mole, manjericão; chicharro, ajo blanco; escabeche de perdiz; dourada grelhada com tomatada de mexilhão e batata doce; pica-pau; ou cachaço de porco confitado com guisado de feijão maduro.
O buffet serve, além da feijoada, uma porção de opções de saladas e beliscos, além de sobremesas com doces caseiros. Após a espera de 15 minutos pelas ementas e de mais 45 minutos pelos pratos, quando a sala estava apenas com meia lotação, todo o jantar foi uma sucessão de desilusões. A aposta em pratos que remetem para a cozinha de conforto é um dos seus maiores trunfos, atraindo quem procura sabores autênticos e porções generosas, longe das propostas mais modernas. Lugar agradável e espaçoso, atendimento muito bom, bem servido, carne saborosa, preços dos pratos 10 a 14 euros Nas sobremesas, a amêndoa, um produto característico da região, é a estrela, presente em criações como o bolo inglês e as queijadas. Com um horário de funcionamento alargado, que cobre almoços e jantares todos os dias da semana, o Tribuna atrai tanto locais como visitantes que procuram onde comer em Bragança.

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